sábado, 14 de março de 2015

Antibióticos

Alexander Fleming era um médico microbiologista londrino do hospital St. Marys. Passou um longo tempo pesquisando substâncias capazes de matar bactérias entre o período da Primeira Guerra Mundial (1914-1914). Em 1928, sua descoberta ocorreu por acaso, quando saiu de férias e deixou suas placas de estudo com bactéria fora da geladeira; Foram acidentalmente contaminadas por um fungo do gênero penicillium. Fleming notou que ao redor destes fungos não existiam bactérias, o que o levou a descobrir a substância produzida pelo fungo, a penicilina.

(Alexander Fleming 1881-1955)

A produção da penicilina para fins terapêuticos em escala industrial se deu pelos cientistas britânicos Howard Florey e Ernst Chain em 1939 (na época da Segunda Guerra Mundial), que decidiram retomar as pesquisas de Alexander Fleming. Em 1945, os três cientistas ganharam o Prêmio Nobel de Medicina. 
Durante algum tempo, acreditou-se que os antibióticos decretariam o fim das mortes humanas provocadas por infecções bacterianas. Entretanto, atualmente, sabe-se que, de tempos em tempos, surgem novas bactérias resistentes aos antibióticos e, assim, esses medicamentos perdem o efeito.

(Graças a penicilina ele voltará para casa!)

O uso indiscriminado de antibióticos, tanto por médicos quanto por pacientes, contribuiu, em muito, para o aparecimento de bactérias super-resistentes. Os erros mais comuns que as pessoas cometem são tomar antibióticos para doenças não bacterianas, como a maior parte das infecções de garganta, gripes ou diarreias, e interromper o tratamento antes do prazo recomendado pelo médico.










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